Instituto Pensar - Acusado de assédio moral, diplomata é indicado por Bolsonaro à embaixada do Equador

Acusado de assédio moral, diplomata é indicado por Bolsonaro à embaixada do Equador

por: Revista_Fórum


Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Por Lucas Vasques

O diplomata Pompeu Andreucci Neto foi indicado por Jair Bolsonaro como embaixador do Brasil no Equador. O escolhido do presidente já respondeu a uma sindicância por assédio moral, além de ter orientado subordinados a mentir em expediente oficial. O nome precisa, ainda, ser aprovado pelo Senado Federal.

O autor da denúncia de assédio moral contra Andreucci foi um diplomata atualmente lotado em Montevidéu, Uruguai. Depois da acusação, o indicado de Bolsonaro teve de assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Com isso, ele se comprometeu a modificar seu comportamento e a sindicância foi concluída.

Andreucci, evidentemente, é defensor do governo Bolsonaro e foi embaixador na Espanha, em Madri, quando foi alvo da acusação de assédio moral.

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De acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), o TAC é um documento destinado a casos de infração disciplinar de "menor potencial ofensivo?.

A pena mais grave para uma sindicância é a abertura de um processo disciplinar. Quando um agente público assina um TAC, ele se responsabiliza por ressarcir o dano causado e se compromete a respeitar a lei.

Andreucci atuou em Madri desde 2018. Nos dois anos anteriores, foi chefe do Cerimonial do Palácio do Planalto no governo de Michel Temer e teve como subordinado o atual chanceler, Carlos Alberto França.

Com informações do Metrópoles



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